A nova sala de aula do século 21 está mudando de lugar. Em vez de aprender entre quatro paredes, em uma sala cheia de gente e um professor como sendo o centro das atenções, o verdadeiro aprendizado da geração “Z” se dá mesmo nas ondas da Internet. Cada vez mais universalizado e democratizado, o conhecimento está disponível a todos, a qualquer hora, em qualquer lugar. Mas, como garantir a qualidade e a confiabilidade das informações que se extrai desse enorme repositório de informações chamado Internet? Vamos conversar sobre isso?

Vídeos no Youtube, textos no Wikipédia, tutoriais e apostilas prontas para download em uma infinidade de sites. Tudo isto já faz parte do dia a dia dos estudantes da nova geração, a geração “Z”. Afinal, aprender de forma lúdica em um vídeo, rápida e objetiva em um hipertexto e prática em um tutorial, representa uma concorrência desleal com o bom e velho professor a frente de seu quadro negro. Mas, com tanta diversidade de informações, surge um ponto de preocupação para os educadores: até que ponto as informações fáceis e rápidas são confiáveis?

Na realidade, a busca pelo conhecimento tem se constituído, cada vez mais, em uma mineração de dados. Os estudantes, ávidos por essas informações, têm aprendido que a web representa uma grande aldeia, com fatos, fakes e opiniões diversas. E são essas opiniões que fazem a diferença nesse processo de mineração. Por exemplo, se perguntarmos ao Google quem descobriu o Brasil, veremos várias verdades, com diferentes opiniões, tais como: “Duarte Pacheco Pereira” (figura 1); “Vincente Pinzon” (figura 2); “Os índios” (figura 3). Sentindo falta do Cabral? Esse aí já nem aparece propriamente nas buscas por essas palavras-chaves.

Figura 1: Verdade segundo o portal EBC
Figura 2: Verdade segundo o portal G1
Figura 3: Verdade segundo a BBC

Então, diante deste cenário, qual será o papel do professor? Dizer qual é a verdade mais verdadeira dentre essas? Ou estimular seu aluno a discernir entre essas verdades, formando a sua própria opinião?

Se você optou pela segunda alternativa, saiba que está no caminho certo. Fazer o aluno aprender a aprender é torna-lo protagonista de seu próprio processo de estudo e aprendizagem. Este novo olhar sobre essas questões é um divisor de águas entre o novo e o velho jeito de aprender, e, consequentemente, o novo e o velho perfil de um educador.

No século 21, a aprendizagem irá se deslocar, cada vez mais, da sala de aula para o mundo, transformando a escola em um laboratório de experimentos, um local onde se compartilha resultados. Mas, mesmo essa nova escola também está lançando mão de ferramentas digitais para minimizar a presencialidade obrigatória do aluno. Tecnologias como realidade aumentada, realidade virtual, games educacionais e simuladores são capazes de contribuir com esse processo de aumento da distância física e redução da distância transacional nas atividades cognitivas, proporcionando uma nova dimensão para o aprendiz e para o professor.  Esta nova dimensão quebra alguns paradigmas e transforma alguns conceitos, como por exemplo:

Diferenças de paradigmas entre a velha e a nova escola:

Velha escola Nova escola
Sala de aula Laboratórios
Aulas Vídeos
Exercícios e tarefas de casa Atividades de autoaprendizagem
Colegas Rede social
Professor Tutor ou facilitador
Carga horária Barra de progresso
Provas Games, projetos, problemas
Notas Scores gamificados e indicadores de desempenho
Certificados e diplomas Reconhecimento do mercado
Conhecimento Competência (CHA – Conhecimentos, Habilidades e Atitudes)

Então? Já deu para perceber a diferença conceitual entre o jeito de se aprender nas duas gerações que estamos comparando? É isso aí. Estamos caminhando para um novo modelo educacional, que não parte do governo ou da academia, mas sim da autorregulamentação do setor produtivo juntamente com o novo perfil do profissional que surge da geração “Z”.

E aí? Sua instituição de ensino está preparada para vivenciar essa nova realidade? O que você tem feito para promover as mudanças necessárias à manutenção de sua competitividade no século 21? Você tem um plano para isto? A TELESAPIENS pode lhe auxiliar, produzindo conteúdos autoinstrucionais com muita, muita tecnologia embarcada nos dispositivos móveis de seus alunos. Vamos começar o seu planejamento? Contacte-nos agora mesmo em nosso site ou na central de atendimento telefônico da TELESAPIENS. Teremos enorme prazer em acompanhar essa mudança junto com você.