Você já se perguntou como será o ensino de nossos filhos e netos? Será que eles vão estudar em salas de aula com professores usando lousas e transmitindo informações do jeito que conhecemos?

Na verdade, as novas gerações de aprendizes já deram sinais de que o ensino, assim como o conhecemos, já não é tão eficiente assim. Essas crianças e jovens aprendem de um jeito diferente. Eles não se contentam mais em escutar o que o seu professor fala e escreve. Eles querem mais! Confrontam informações em tempo real com outras fontes de dados disponíveis na web e sempre terminam encontrando atalhos para aprenderem aquilo que seus professores se esforçam em ensinar, com uma abordagem, muitas vezes, mais direta, lúdica e interativa.

Na corrida contra o tempo, a academia tenta lançar técnicas e métodos para ir de encontro a este novo perfil de estudante, lançando novas teorias e experimentos, como é o caso das metodologias ativas, que invertem a sala de aula e introduzem elementos tecnológicos ao processo de aprendizagem.

Mas você entende que novas técnicas e métodos são esses?

As metodologias ativas, tão disseminadas no meio educacional, nada mais são do que compêndios de técnicas que deslocam o centro de gravidade do processo ensino-aprendizagem do professor para o aluno, do conteúdo para a atividade, do estudar para o pensar, refletir e agir. Neste novo paradigma educacional, o verbo “ensinar” sede espaço para o “aprender”. O professor desce do palco para sentar-se junto de seu aluno, deixando de se posicionar como um oráculo para assumir um novo posicionamento: o de facilitador do aprendizado.

Mas o professor não é o único que está sendo convidado a rever seus papeis. As editoras e sistemas de ensino também estão sendo forçados a reavaliar seus conteúdos e recursos didáticos dentro deste novo contexto. Na realidade, o próprio conteúdo didático está em xeque! Pois, pare e pense: em um processo educacional onde a aprendizagem é centrada no aluno, ainda existe espaço para livros didáticos? Ora, se o aluno tem um mundo de informações à sua disposição na telinha de seu celular, e ainda é convidado a participar de métodos ativos de aprendizagem, onde a sala é invertida, então para que serviriam os livros didáticos nesse novo contexto?

Pensando nisso, a Telesapiens está lançando o OniLearning. Um ambiente pessoal de aprendizagem que implementa o conceito da cocriação de conteúdos didáticos. Com o OniLearning, o conteúdo didático é produzido pelo professor e seus alunos, por meio de um processo de aprendizagem colaborativa. E sabe onde ficam esses conteúdos? No caderno digital de cada aluno, inclusive no do professor. E o melhor, cada caderno pode trazer um conteúdo diferente, podendo ser compartilhado e cocriado por meio de produção colaborativa. Será o fim dos livros didáticos? Os sistemas de ensino terão que ser repensados? Como fica a indústria editorial depois dessa avalanche revolucionária chamada aprendizagem centrada no aluno? Quer conhecer como funciona um caderno digital colaborativo e um ambiente pessoal de aprendizagem? Acesse o site www.onilearning.com.br e entre em contato com a assessoria pedagógica da Telesapiens. Você vai descobrir mais que um atalho – uma verdadeira ponte que vai ligar nossa sociedade à educação da Nova Terra. Esperamos você por lá!